sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

Se fosse hoje, ainda que cedo, seria inigualável...

E pena que ontem, já tarde demais, não percebi...

Assim, essa tua presença marcante como brasa em pulso

Fez-te demasiado pura para que eu pudesse esquecer...


Chegaste como pó,

Cresceste como pétala,

Tomaste meu coração

E sem mais, foste com o vento.


Meus olhos turvos já não brilham mais.

Minhas mãos carentes já não tem à quem.

Meu corpo inerte já não anda, paira...

E perdido de ti me jogo na escuridão.

2 comentários:

Anônimo disse...

perfeito :) (2)

Ticia disse...

Nossa, muito bom!
Beeijo ;*