sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

Realmente, a que ponto chegamos... e pior, a que ponto podemos e iremos chegar?
Enquanto pessoas apressadas vagam por ruas e pensamentos, sempre rogando por mais e mais tempo, cá estou a procurar por cantos e frestas aonde eu possa perder o meu tempo, tempo que há tempos perdeu a utilidade pra mim, fazendo com que eu me tornasse apenas um corpo sem alma, perdido em instantes da eternidade.

Viva o caos.
Viva a morte.
Viva o fim.
Viva a sorte.

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